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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

a história da formiga rabiga e as artes tecnica de colagem e farinha

 Era uma vez uma Formiga Rabiga. Era pretinha e queria ser branca, porque era tolinha. Viu-se ao espelho e pensou: - Como eu seria bonita se fosse branquinha! E viu farinha no moinho. A Formiga Rabiga esfregou-se toda na farinha. Então passaram as outras formiguinhas, viram aquela coisinha branca e disseram: - Olha, olha, que belo naco de farinha para o nosso celeiro! E carregaram a pobre da Rabiga às costas. - Eu não sou farinha! Eu sou a Formiga Rabiga!-  ia ela dizendo, coitadinha! - Tu não és formiga, que as formigas são pretas. Tu és branca e és farinha! - disseram as outras. - Mas a farinha não fala e eu falo! Aqui, então é que foi o bom e o bonito! As outras repararam que era verdade, que a farinha não fala, e tiveram tanto medo que desataram a fugir e atiraram a pobre da Rabiga para o chão. Muito ferida, muito coxinha, a pobre da Rabiga lá foi andando para casa. Passou por um alguidarzinho de plástico e lavou-se toda para tirar a farinha. Mas como estava muito frio ficou constipada e esteve de cama muitos dias. E quando se levantou, nunca mais quis ser branquinha.












reunião de Pais

 cantamos a canção dos reis
 fizemos um bolo para os pais e eles adoraram






terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Dia de reis - imaginação e culinária

O Dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro.

Assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior - ou Melchior - e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus.
Deram-lhe ouro, incenso e mirra.

Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia.

Em Portugal nesta altura cantam-se as Janeiras, come-se bolo-rei e as crianças representam a história dos Reis Magos.


Vamos ouvir a história ........ e fazer lindas coroas



aprendemos a canção dos 3 reis











decoramos com estrelas e desenhos lindos





 fizemos um bolo-rei


      o bolo estava uma delícia






                                 bolo-rei 
                                  RECEITA
  • 750 g de farinha
  • 30 g de fermento de padeiro
  • 150 g de margarina
  • 150 g de açúcar
  • 150 g de frutas cristalizadas
  • 150 g de frutos secos
  • 4 ovos
  • Raspa de 1 limão
  • Raspa de 1 laranja
  • 1 dl de vinho do Porto
  • 1 colher de sobremesa de sal
Preparação
Tempo de Preparação: 20 min | Tempo de Cozimento: 30 min | Tempo de Levedura: 5 horas


  • Picar as frutas e deixar a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar).
  • Dissolver o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, juntar 1 chávena de farinha e deixar a levedar num ambiente temperado durante 15 minutos.
  • Bater a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, juntar os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicionar o resto da farinha e o sal. Amassar até ficar elástica e macia e misturar as frutas.
  • Moldar a massa numa bola, polvilhar com farinha e tapar a massa com um pano, deixando levedar num ambiente temperado durante 5 horas.
  • Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio.
  • Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer num forno bem quente. Depois de cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
 Para quem tem bimby


Preparação da Receita


Inserir título
1.
Coloque um recipiente sobre a tampa da Bimby e pese a farinha. Reserve.

2.
Coloque no copo o açúcar e as cascas de laranja e limão e pulverize 15 seg/vel 9.

3.
Adicione o leite e a manteiga, programe 30 seg/37°C/vel 6 e de seguida programe 30 seg/vel 9.

4.
Adicione as gemas, o fermento, o sumo de laranja e o vinho, e misture uns segundos na vel 3.

5.
Com a Bimby em funcionamento na vel 3 deite a farinha a pouco e pouco através do bocal da tampa e no fim a pitada de sal.

6.
De seguida amasse 3 min/vel Espiga. Verifique se forma uma bola que não fique agarrada às paredes do copo. Se não for o caso, pare a Bimby, polvilhe as paredes do copo com um pouco de farinha e volte a amassar uns segundos na mesma velocidade.

7.
Deixe repousar a massa dentro do copo até esta levantar o copo medida. Logo que isto aconteça, pressione a massa com as mãos para que o volume baixe e programe 1 min/vel Espiga.

8.
Coloque um recipiente sobre a tampa da Bimby e pese 250 g de fruta cristalizada.

9.
De seguida programe 30 seg/vel Espiga e adicione 250 g de fruta cristalizada através do bocal da tampa.

10.
Retire a massa do copo. Amasse com as mãos até formar uma bola lisa, polvilhando a mesma com farinha. Dê-lhe a forma de uma rosca e coloque-a num tabuleiro previamente untado com manteiga e polvilhado com farinha.

11.
Pincele a massa com gema de ovo e decore a seu gosto com as restantes frutas cristalizadas ou frutos secos. Pode também fazer pequenos montes de açúcar humidificado. Deixe que a massa dobre o volume e a seguir coloque no forno pré-aquecido a 180° C cerca de 20 minutos.

domingo, 3 de janeiro de 2016

A Cigarra e a Formiga um conto tradicional



Numa sociedade moderna, detentora de variadíssimos meios de comunicação, qual o lugar da literatura de expressão oral na infância? Qual a importância destes contos no desenvolvimento da criança?
A procura de algum significado para a vida, trata-se de um processo pessoal e subjectivo que se inicia bastante cedo. Independentemente das inúmeras opções que cada indivíduo possa tomar, existem temas que a todos pertencem.
Os contos tradicionais são exemplo de uma herança cultural colectiva, focalizada nas vivências humanas. Mediante uma linguagem própria, recorrendo ao «maravilhoso», grandes emoções são experimentadas nestas histórias, onde estão simbolizados conflitos humanos universais. Nomeadamente conflitos comuns no pensamento da criança, como as rivalidades, a rejeição, a luta pela independência.



O bem e o mal estão presentes, mas ao serem representados simbolicamente (em personagens do maravilhoso) e afastados temporalmente (“Era uma vez…”; “Há muito, muito tempo…”), permitem que a criança encontre significados que lhe serão úteis, sem se traçar uma linha directa com as suas vivências reais.
A literatura de expressão oral incita à criação de um palco imaginário, onde é possível integrar significados, encorajando ainda o ato criativo.

Os ditongos a cantar - As canções da Maria - Maria de Vasconcelos

Chegou o inverno

Adivinha o quanto gosto de ti