quarta-feira, 24 de maio de 2017

OFICINA de CONTADORES de HISTÓRIAS - dia 29 de Maio - 19h 30 na biblioteca da escola de aires

OFICINA de CONTADORES de HISTÓRIAS

A história que quero contar

Data: 29 de maio
Local: Escola Básica de Aires-Biblioteca Escolar
Horário: 19h30m-21h30m
Grupo: 25 adultos
Público-alvo: Professores, educadores, técnicos de bibliotecas, animadores, pais, mediadores de leitura e quem estiver apaixonado pela arte de contar histórias.
Criação e dinamização: Elsa Serra
Como contar uma história? Porquê contar uma história?
Contar uma história é revelar segredos, é seduzir o ouvinte, é convidá-lo a apaixonar-se pelo livro, pela história, pela leitura. Contar uma história é ensinar a pensar, a viajar e acreditar na capacidade de sonhar, crescer, viver. De uma forma descontraída os participantes são convidados a analisar as suas dúvidas e receios ao contar uma história. São abordados os vários percursos e métodos, e as diversas opções para cativar a atenção de quem ouve. Procurar situar as leituras e os seus públicos diversos, o infantil, juvenil e o de adultos.
Objetivos:
-Abordar várias técnicas de contar histórias
-Desenvolver a capacidade de interpretação
-Interligar a leitura silenciosa e a leitura em voz alta
-Desenvolver a dicção
INSCREVA-SE! Lugares limitados!

segunda-feira, 8 de maio de 2017

dia da mãe na sala 3

                                                        PRENDA  DO DIA DA MÃE 
   uns lindos brincos

desenhamos um cartão para a mãe, cantamos a canção da mãe   
 ter uma mãe
é tão bom 
ela é tudo para mim 
a amizade é tão bela
ter uma mãe é um mundo sem fim
eu posso chorar, eu posso sorrir eu posso cantar
que a minha mãe vai ouvir




 colamos lindas pérolas






 hoje fizemos uma aula de yoga com todas as mães do Jardim
foi um dia muito feliz eu adorei tê-las cá e os filhos também

 












a germinação do feijão e a historia do joão pé de feijão

João e o pé de feijão

                      vimos e ouvimos com muita atenção
         um filme da história do joão e o pé de feijão

Era uma vez um menino chamado João que vivia com sua mãe, uma pobre viúva, numa cabana bem longe da cidade.
Um dia, a mãe de João disse: - Joãozinho acabou a comida e o dinheiro. Vá até a cidade e venda a nossa vaquinha, o único bem que nos resta.
João foi para a cidade e, no caminho, encontrou um homem que o convenceu a trocar a vaquinha por sementes de feijão. O homem disse:
- Com estas sementes de feijão jamais passarão fome. João acreditou e trouxe as sementes para casa. Quando a mãe de João viu as sementes, ficou furiosa. Jogou tudo pela janela.
Na manhã seguinte, João levantou com muita fome e foi até o quintal. Ficou espantado quando viu uma enorme árvore que ia até o céu. Nem chamou sua mãe. Decidiu subir pelo pé de feijão até chegar à copa.
João ficou maravilhado ao encontrar um castelo nas nuvens e quis vê-lo de perto. De repente, uma mulher enorme surgiu de dentro do castelo e o agarrou: - O que faz aqui, menino? Será o meu escravo. Mas o gigante não pode saber, por isso, vou escondê-lo. Se ele vir você, com certeza vai comê-lo.
O gigante chegou fazendo muito barulho. A mulher havia escondido João num armário. O gigante rugiu:
- Sinto cheiro de criança! E farejou em todos os cantos à procura de uma criança que estivesse escondida ali. A mulher adiantou-se e respondeu para o gigante: - Este cheiro é da comida que irei servir. Sente-se à mesa, meu senhor.
O gigante comeu o saboroso alimento. Depois, ordenou a uma galinha prisioneira que pusesse um ovo de ouro, e a uma harpa que tocasse uma bela melodia. Então, o gigante adormeceu em poucos minutos.
Vendo que a mulher havia se esquecido dele, João saiu do armário e, rapidamente, libertou a galinha e também a harpa. Mas a galinha cacarejou e a harpa fez um som estridente. Por isso, o gigante despertou.
Com a galinha debaixo do braço e a harpa na outra mão, João correu e o gigante foi atrás dele. João chegou primeiro ao tronco do pé de feijão e deslizou pelos ramos. Quando estava quase chegando ao chão, gritou para sua mãe, que o esperava: - Mamãe vá buscar um machado, tem um gigante atrás de mim!
Com o machado, João cortou o tronco, que caiu com um estrondo. Foi o fim do gigante. E todas as manhãs, a galinha põe ovos de ouro e a harpa toca para João e sua mãe, que viveram felizes para sempre e nunca mais sentiram fome.

Moral da história: 

acreditar em nossos sonhos e em outras formas diferentes de resolver problemas.
Explicar que a mãe de João, preocupada com os problemas imediatos da família, queria vender o único bem que fornecia alimentos todos os dias.
O menino viu nos grãos de feijão uma oportunidade de aumentar a renda da família, ele ousou pensar diferente.
Apesar das dificuldades, João ainda insistiu em seus sonhos e subiu no pé de feijão, resolvendo os problemas da família com coragem e inteligência.
 Tema: perseverança, perseguir os seus sonhos, acreditar em si mesmo apesar de todas as dificuldades.
 


germinação do feijão : com algodão num copo colocamos os feijões e um pouco de água
vamos ver a diferença entre a germinação na água e na terra









 depois da experiência  fizemos o reconto da história e ilustramos com lindos desenhos





 

João e o Pé de Feijão

sexta-feira, 28 de abril de 2017

ciência experimental as três marias

o 25 de abril sempre na sala 3





ouvimos uma explicação do que tinha ocorrido neste dia 25 de Abril de 1974 e aprendemos a Grândola vila morena

 
  • Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.
    Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"?


  • Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

    Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.
  • Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!
  • Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.