terça-feira, 2 de dezembro de 2014

dia 10 de dezembro vamos ao Teatro Camões ver " O quebra nozes"


dia 10 de dezembro vamos  ao Teatro Camões ver  " O quebra nozes"

oo grupo da sala 3 almoçam em casa e devem estar na escola as 13h 15m com um pequeno lanche  e uma garrafa de água  dentro de uma mochila o regresso está previsto para as 18h  e a todos um bom natal





O QUEBRA NOZES
O tradicional bailado "O Quebra-Nozes" é apresentado na versão russa dos coreógrafos Voinonen/Iananis dançado pelos alunos da Escola de Dança do Conservatório Nacional.

Fernando Duarte coreografia ∙ André e. Teodósio encenação e dramaturgia ∙ P.I.Tchaikovski música ∙ João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira cenário e figurinos ∙ Daniel Worm d’Assumpção desenho de luz

Orquestra Sinfónica Portuguesa interpretação musical ∙ José Miguel Esandi direção musical



Ia e vinha
E a cada coisa perguntava
Que nome tinha.


Sophia de Mello Breyner Andresen
Coral, in Coral, 1950



Embora desconheçamos a origem da maior parte das tradições que herdamos, já de outras destrinçamos bem o seu começo.

O bailado Quebras Nozes é uma dessas tradições inventadas. E se ela é inventada, então não há nenhum mal em reinventá-la para que acompanhe estas noites brancas que, de oníricas, longe estão das singularidades do mundo de uma outra Clara!

A convite da directora da CNB, Luísa Taveira, com Quebra Nozes Quebra Nozes, tentaremos fazer renascer para os olhos de hoje, olhos já não tão narrativos mas diariamente assaltados por explosões de eventos múltiplos, uma das obras mais enraizadas secularmente na cultura ocidental, concentrando-nos e potencializando a duplicidade da sua leitura.

É na ubiquidade constante de Quebra Nozes Quebra Nozes que há uma relação espelhada entre o novo e o velho, entre a alta e a baixa cultura, entre o real e as analogias i.e. o melhor de dois mundos complementares presentes no reino de uma única Clara, ser humano cruzado de Alice e Oliver Twist.

Um sonho tornado realidade: eis como definir Quebra Nozes Quebra Nozes.

André e. Teodósio

domingo, 30 de novembro de 2014

a nossa ÁRVORE de NATAL - anjos ....bolas de lã e muita criatividade e liberdade no fazer....



Origem dos Enfeites de Natal

Ninguem sabe ao certo quem foi o autor da ideia de enfeitar a árvore de Natal, mas segundo a lenda conta, um homem que caminhava pelas florestas da Alemanha.

Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto.

 Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a Árvore de Natal Enfeitada. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.



Significado dos Objetos da Árvore de Natal:


Segundo a antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de Natal tem vários objetos com os mais variados significados:

Estrela: Luz, União;

Casa: Proteção;

Coelho: Esperança;

Xícara: Hospitalidade;

Pássaro: Alegria;

Rosa: Afeição;

Cesta de frutas: Generosidade;

Peixe: Benção de Cristo;

Pinha, Bolas : Fartura;

Papai Noel: Bondade

Cesta de flores: Bons desejos

Coração: Amor verdadeiro;


Azevinho: o azevinho é um arbusto ornamental muito comum na Europa. Dá frutos vermelhos e tem folhas em um tom bem escuro de verde. Apesar de ter frutos tóxicos, tornou-se símbolo do Natal, principalmente por causa das cores;

Sino: simboliza a chegada de Jesus. É um símbolo de respeito a tudo que é sagrado;

Guirlanda: originalmente feita com galhos de pinheiro, avisa que as festas estão chegando e serve para dar as boas-vindas aos visitantes. Têm o mesmo significado de prosperidade, fertilidade e abundância que o pinheiro;