sábado, 20 de setembro de 2014

o desenho e a cor


Depois das rotinas da manhã cada um escolheu as cores que gostva mais de desenhar
depois de ouvir o livro das cores

Através dos desenhos das crianças, pode-se observar detalhes que para uma pessoa adulta pode passar despercebido. O desenho pode ser, na infância, um canal de comunicação entre a criança e seu mundo exterior. A primeira porta que a criança abre o seu interior.




"As cores do desenho – O vermelho representa a vida, o ardor, o ativo; o amarelo, a curiosidade e alegria de viver; o laranja, necessidade de contato social e público, impaciência; o azul, a paz e a tranquilidade; o verde, certa maturidade, sensibilidade e intuição; o negro representa o inconsciente; o marrom, a segurança e planejamento. É necessário acrescentar que o desenho de uma só cor, pode denotar preguiça ou falta de motivação. 
Esses tipos de interpretação, são apenas uma pincelada dentro do grande mundo que é o desenho infantil. Não devemos generalizá-los. Cada criança é um mundo, assim como as regras de interpretação do desenho infantil. "
 
 
in  http://br.guiainfantil.com/desenho-infantil/210-como-interpretar-os-desenhos-das-criancas.html

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

os primeiros dias na sala 3 e a atitude com o aprender

 



O Jardim-de-Infância tende a ser, cada vez mais, a primeira escolinha de uma criança. Só por isso a sua importância é enorme - os primeiros contatos são geralmente marcantes.

A atitude para com o aprender, por exemplo, será certamente muito condicionada pela forma como a educadora de infância for capaz de reconhecer o que a criança já sabe e de organizar novas aprendizagens estimulantes e agradáveis. Mas a importância do jardim-de-infância é enorme também pelo que lá se pode e deve aprender. 

A criança dos três aos cinco anos é uma esponja que tudo absorve com imensa facilidade e rapidez. Mas é também um ser frágil e vulnerável às influências dos outros. Se um adulto significativo a amar, confiar nela, lhe souber transmitir confiança e expectativas elevadas, a criança cresce e desabrocha. Se, pelo contrário, a criança viver num ambiente desatento, com poucos estímulos ou comportamentos agressivos, ela tenderá a fechar-se, a defender-se, a secar. 

É no jardim-de-infância que a criança lida, frequentemente pela primeira vez, com crianças e adultos que não são da sua família e com que tem de aprender a estabelecer relações, a seduzir, a cativar. 
 
 
 
É no jardim-de-infância que a criança vai ter de aprender a partilhar com os outros o que é seu, a respeitar o que é de todos e a obedecer às primeiras regras. Como é no jardim-de-infância que adquire (ou consolida) hábitos de higiene, boas maneiras à mesa, ou a precaver-se de perigos.


 
Em setembro estamos a conhecer-nos e falamos das cores
 
Fale com a criança todos os dias sobre o que fez na escola e como correu. Se brincou com muitos amigos, e se quer brincar mais. Explique-lhe que vai aprender muitas coisas, e fazer muitas coisas novas, que tem muitas outras crianças para brincar; e que no final você vai lá estar sempre para o ir buscar e disponível para que ele fale consigo e lhe conte tudo.

É importante criar um laço de confiança com o seu filho, para que ele esteja à vontade para lhe dizer tudo o que aconteceu nesse dia. Não tenha medo de lhe mostrar que fica com saudades, também é importante que ele saiba que os pais sentem a sua falta, mas que esta é uma situação necessária.
A maior parte das crianças que chega ao J.I. já têm uma grande capacidade de entendimento, e é fácil explicar-lhes o porquê das coisas. Não hesite em lhe explicar tudo.